Acerca do Futuro; ou, a incerteza como névoa
É de noite. Mais precisamente, é de madrugada. Invariavelmente, são três da manhã quando escrevo isto. Um post que há muito que pondero, tendo em conta os meses volvidos desde a minha última acusação de existência. Mas desta vez, não é algo redigido meio sonolento num ecrã de telemóvel; não, esta postagem é feita em local habitual, em casa solitária, com álcool e rum suficiente no sistema para quebrar as minhas capacidades locomotoras. E porventura de decisões também, visto que me prendo nestas palavras em vez de dormir um sono importante de recuperação. Faço isto porque, como disse, há muito que tenciono deixar cá algo novo. Mas, igualmente invariavelmente, não fazia ideia do que falar, como desenvolver algo para conectar aos poemas que queria apresentar. No fim do dia, é disso que este blog trata: apresentar poemas que fui escrevendo ao longo do tempo. A próxima postagem seria especial, com poemas novos. Cumpri a promessa. A questão agora é como é que desenrolo refle...
