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Tempo, destempo e a persistência da memória

Sabem, às vezes sinto-me a desaparecer. No início de Dezembro acabei um certo mangá,  Noragami , e apesar de eu ler bastantes de uma só vez, este foi um caso onde ficou comigo. Em traços muito largos e sumidos, o que permeou em mim foi a ideia de que estamos vivos somente enquanto alguém se lembrar de nós. Assim que a nossa memória desaparece, também nós morremos. Não é muito diferente da frase feita que se ouve em funerais volta e meia, mas é algo que tenho pensado frequentemente. Era para ter escrito algo um pouco mais leve na altura em que acabei de ler o dito novelema, mas aquele Inverno do último post tirou-me toda a vontade. Tinha feito um esqueleto do post e tudo, mas enfim. Há dias em que acordo e sinto que já não existo. É claro que estou provavelmente a ser hiperbólico, a afagar as minhas mágoas à laia de qualquer esforço em melhorar mentalmente, mas sempre tive um pouco de fascínio e, de certa forma, temor sobre memórias. Um pouco como tinha mencionado anteriormente, é c...

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